Família
20 de Janeiro de 2017
Transmissão Pe Rafael
25 de Janeiro de 2017

Perdão dos pecados

Papa autoriza novas Igrejas Jubilares para Indulgência Plenária na Arquidiocese

Desde 14 de novembro de 2016, a Arquidiocese de Goiânia vive um período de graça, que prossegue até junho de 2017, comemorando seu Jubileu de Diamante. A novidade é que o papa acaba de autorizar a ampliação do número de Igrejas Jubilares no âmbito de nossa Arquidiocese, durante esse período.

Inicialmente, a Catedral Metropolitana e o Santuário Basílica do Divino Pai Eterno, no Vicariato de Trindade, foram designados como locais de peregrinação e obtenção de Indulgência Plenária. Em documento divulgado nesta semana, o arcebispo Dom Washington Cruz comunicou que o papa Francisco acatou seu pedido e autorizou mais quatro igrejas com a mesma missão: a Basílica Menor de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, o novo Santuário da Sagrada Família, a Matriz Nossa Senhora Aparecida, no Vicariato de Aparecida de Goiânia, e a Matriz Nossa Senhora Auxiliadora, no Vicariato de Senador Canedo.

Para obter a Indulgência Plenária, os fiéis devem ter ânimo desapegado de qualquer pecado e cumprir as condições habituais: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração segundo as intenções do Santo Padre; e a obra prescrita:

1. Visitar, como peregrinos, as Igrejas Jubilares;

2. Participar ali dos sacros ritos ou pelo menos rezar a Deus por um tempo razoável em favor da fidelidade do Brasil à vocação cristã, pelas vocações sacerdotais e religiosas e pela defesa da família;

3. Concluir com o Pai-Nosso, a Profissão de Fé e invocações à Virgem Santíssima Mãe de Deus.

A obtenção desta Indulgência Plenária é aplicável como sufrágio também pelas almas do purgatório, a ser lucrada pelos fiéis sinceramente arrependidos.

Por ocasião do encerramento do Tempo Jubilar, às 18h do dia 17 de junho de 2017, a Arquidiocese celebrará o seu Jubileu de Diamante em missa campal, na Praça Cívica.

O que é Indulgência Plenária

Sobre a doutrina das indulgências, o papa Paulo IV publicou: “Indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, que o fiel, devidamente disposto e em certas e determinadas condições, alcança por meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, com autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos” (Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina, 1967).

Na bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, Misericordiae Vultus (2015), o papa Francisco explica: “No sacramento da reconciliação, Deus perdoa os pecados, que são verdadeiramente apagados; mas o cunho negativo que os pecados deixaram nos nossos comportamentos e pensamentos permanece. A misericórdia de Deus, porém, é mais forte também do que isso. Ela se torna indulgência do Pai que, por meio da Esposa de Cristo, alcança o pecador perdoado e o liberta de qualquer resíduo das consequências do pecado, habilitando-o a agir com caridade, a crescer no amor em vez de recair no pecado”.

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